A verdade sobre a corrida espacial"Houston,
we have a problem!" Quem não
se lembra desta frase dita em pleno vôo espacial durante o projeto Apollo. O
"problem" anunciado nada mais era do que um dos momentos mais tensos
da história da conquista espacial, que aterrorizou os astronautas a bordo, os
pesquisadores da NASA, o governo americano e o público de todo o mundo. Por
horas a fio, todos tremeram, duvidaram, questionaram. Enquanto as familias
rezavam e os cientistas buscavam uma solução, os astronautas Lovell, Haise e
Swigert, passavam frio, fome, medo, respiravam com pouco oxigênio e viam
abortado o sonho de pisar em solo lunar. Foram 5 dias, 22 horas e 55 min de aflição,
angústia e desespero. Teria sido um dos piores desastres da Era Espacial, que
ficaria registrado para sempre e que deixaria marcas indeléveis no capitulo da
conquista da Lua, caso a habilidade do Centro de Controle de Mísseis Espaciais
da NASA, situado em Houston, Texas, e dos tripulantes da Apollo 3 tivessern
falhado. Somar-se-ia a perda da vida dos três astronautas, a derrota americana
na corrida espacial. Sobrepujado pela então União Soviética em todos os
passos da conquista do cosmos, os Estados Unidos tinham determinado que a ida 6
Lua seria usada para mostrar seu poderio tecnológico e cientifico, seu domínio
sobre a Terra e o Universo. Nada poderia sair errado. E não saiu! Quando o
presidente americano John Kennedy declarou que a NASA deveria levar o homem à
Lua e trazê-lo de volta com vida para o planeta Terra antes dos anos 70, ele e
todos os Estados Unidos da América sabiam muito bem onde queriam chegar. Era a
década de 60, da cortina de ferro, da Guerra Fria, do Vietnã. As duas potências
empinavam o nariz e mediam forgas. Capitalismo e comunismo dividiam o planeta e
lutavam por cada pedago de terra, por cada bandeira, por cada nara-o. Desde o
inicio da conquista espacial, os então soviéticos mostravarn que não estavam
ali para fazer ficção cientifica, mas para fazer ciência pura. Foram
pioneiros em tudo - colocaram em órbita o primeiro satélite, o primeiro
animal, o primeiro homem, a primeira mulher, o primeiro vôo tripulado com dois
e depois com três astronautas e a primeira estação espacial. Não
satisfeitos, realizaram a primeira caminhada no espago, o primeiro rendevouz (a
aproximação de duas naves espaciais em pleno vôo) e o primeiro docking
(quando as naves acoplam entre si em órbita). A cada missão, a cada satélite,
a cada foguete soviético, os Estados Unidos tremiam. Nesta corrida, tudo valia.
Arquivos confidenciais eram violados, espiôes eram acionados e individuos eram
subornados, o que provocava intratáveis dores de cabega nos cientistas e nos
governos. De repente, porém, nasce a idéia das idéias. O presidente Kennedy
convoca a nação para um desfio, abre os cofres da Casa Branca e motiva a NASA
a conquistar nosso satélite natural. Em 1969, no dia 20 de julho, os
astronautas americanos Nell Armstrong e Aldwin << Buzz >> Aldrin
pisam no solo lunar. Calcula se que mais de 1 bilhão de pessoas tenham
assistido a transmissão deste momento histórico marcado pela frase de
Armstrong << Um pequeno passo para um homem, mas um salto
gigantescopara a humanidade >>. E ele tinha razão ! Foi um gigantesco
salto para a humanidade. O homem pela primeira vez rompia, definitivamente, o
cordão umbilical com a mãe Terra. Os americanos respiraram aliviados. Apesar
do próprio Kennedy estar morto, a sua estratégia havia dado certo. Ningu6m se
lembra mais de todo o pioneirimo sovi6tico. Tudo foi esquecido, como num passe
de mágica. De todas a consequencias científicas e tecnológicas decorrentes
das missões do projeto Apollo, a mais importante delas é a certeza de que não
estamos mais presos ao nosso planeta. A certeza de que podemos ir além, que é
possível habitar outros mundos, é, certamente, um salto gigantesco. E por
isto, a estratégia de Kennedy funcionou!!!
Disputa
entre Estados Unidos e Rússia

No
dia 20 de setembro de 1956, cerca de um ano antes que o Sputnik 1 entrasse em órbita,
um foguete se elevou do Cabo Canaveral e descreveu um arco sobre o Atlântico. 0
foguete do Exército dos Estados Unidos funcionou perfeitamente, alcançando a
última fase uma velocidade de que nunca antes se aproximara qualquer objeto
feito pelo homem - 20.800 km por hora. Mais oito mil quilômetros por hora e ele
teria entrado em órbita.
Este
foguete poderia ter alcançado facilmente a velocidade orbital; a razão de não
a ter atingido é tão simples quão difícil de se acreditar. 0 Departamento de
Defesa, suspeitando (não sem razão) de que o Exército poderia lançar sem
autorização um satélite e desculpar se depois, ordenara que a última
fase fosse fictícia, isto é, vazia; o Dr. Wernher von Braun foi pessoalmente
encarregado de fazer com que esta ordem fosse cumprida. Somente 16 meses mais
tarde quando dois satélites russos já tinham sido postos em órbita - é que
lhe foi dada a oportunidade de lançar um veículo quase idêntico, com a fase
final verdadeira. Essa fase final era o primeiro satélite dos Estados Unidos, o
Explorer 1.
Aos
olhos do público a América perdera a corrida espacial; a humilhação nacional
decorrente ameaçou dominar todo o panorama internacional ao final da década de
50. As circunstâncias que abriram o caminho para esta situação foram em
grande parte encobertas por uma cortina de fumaça formada de desculpas,
recriminações e meias verdades, bem como pela própria característica bem
humana de não querer enfrentar fatos desagradáveis. Mas aqui está o que
realmente ocorreu, nos doze últimos anos a partir do fim da Segunda Guerra
Mundial até o lançamento do Sputnik 1, que pode ser condensado em poucas páginas.
Com
a queda da Alemanha, em maio de 1945, os exércitos russos capturaram Peenemünde
a ilha do Mar Báltico, onde os alemães aperfeiçoaram a V-2. Os soviéticos
obtiveram, contudo, poucos benefícios de Peenemünde. Alguns meses antes as
instalações haviam sido destruídas em sua maior parte, e mais tarde os
cientistas e engenheiros foram evacuados pelos alemães. Antes de partir, von
Braun e todos os seus homens de gabarito, à exceção de um, concordaram em
render-se aos americanos quando surgisse oportunidade.
De sua parte, os americanos estavam preparados para
aceitar com prazer tal rendição. Dois meses antes, o Pentágono estabelecera a
Operação Paperclip, cujo objetivo era recrutar os cientistas alemães mais
proeminentes para trabalhar nos Estados Unidos. Mas, quando von Braun tomou sua
decisão, render-se não era assim tão simples. A Alemanha achava-se em estado
caótico, e as fanáticas tropas da SS estavam dispostas a liquidar qualquer
alemão que tivesse perdido o entusiasmo de defender-se até o fim.
Corrida
Espacial
Esta
corrida acirrou se com o lançamento da SPUTNIK 1, o primeiro satélite
artificial do mundo. Com o tamanho de uma cesta de basquete pesando 89,082kg. A
SPUTNIK 1 foi lançada em 4 de outubro de 1957 pela União Soviética, levando
98 min para orbitar a Terra em seu caminho elíptico. Esse lançamento conduziu
a novas descobertas políticas, militares, tecnológicas e científicas e começou
a era do espaço e a corrida entre E.U.A. e U.S.S.R..
5
de maio de 1961: Freedom
7, lançamento
da Mercury, primeira espaçoriave tripulada. Levando o astronauta Alan B.
Shepard. Lançada em Cabo Canaveral pela lançadeira MercuryRedstone a uma
altitude de 115 milhas náuticas. Esse vôo demonstrou a capacidade de se
conduzir um veículo durante a falta de gravidade e ao forte estresse da força
G. 0 vôo durou cerca 14,8 min.
20
de fevereiro de 1962: John Glenn foi o primeiro astronauta a circular a Terra, fazendo 3 órbitas
com sua espaçonave Friendship 7. Além disso John Glenn se tomou um herói pois
teve de voltar a Terra manualmente devido a alguns problemas com sua nave, entre
eles falha do piloto automático.
15-16 de maio de 1963.- L. Gordon
Cooper circulou a Terra 22 vezes em 34 horas com a Faith 7.
As primeiras experiências com foguetes datam de 1935, realizadas por
alemães e norte-americanos e vinculadas à pesquisa de armas bélicas. Depois
que o satélite russo Sputnik é lançado a corrida espacial se acelera, com pioneirismo
soviético. São eles que colocam em órbita o primeiro ser vivo, a cadela Laika,
em 1957. Acidentes no programa espacial soviético na década de 60 proporcionam
aos norte-americanos a oportunidade de assumir a dianteira. Astronautas norte-americanos
são os primeiros a pisar na Lua.
Principais
vôos tripulados
1961:
o soviético Yuri Gagarin faz o primeiro vôo orbital tripulado a bordo da
Vostok 1 (12/4) O astronauta norte-americano Alan Shepard Jr., a bordo da
Mercury 3, faz um vôo suborbital (5/5).
1962:
John Glenn faz o primeiro vôo orbital tripulado norte-americano.
1965:
o soviético Alexsei Leonov é o primeiro homem a sair de uma nave, a Voskhod 2,
para o espaço, onde permanece por 12 minutos (18/3) O norte-americano Edward White II sai de sua nave, a Gemini
4, e permanece 20 minutos no espaço.
1968:
a nave norte-americana Apollo 8 faz o primeiro vôo tripulado na órbita lunar.
1969:
Apollo 11 é a primeira nave tripulada a descer na Lua; dois de seus três
tripulantes, Neil Armstrong e Edwin Aldrin, são os primeiros homens a pisar o
solo lunar.
1971:
lançada a primeira estação espacial orbital, a Salyut 1. A nave Soyuz 10, com
três astronautas, faz a primeira manobra de acoplamento de uma nave à estação.
1973:
lançada a primeira estação orbital norte-americana, a Skylab.
1975:
primeira experiência espacial conjunta dos EUA e URSS, com o acoplamento das
naves Apollo 18 e Soyuz 19.
1981:
ônibus espacial Columbia inaugura nova fase da exploração espacial com naves
construídas para fazer sucessivas viagens entre a Terra e o espaço.
1984:
o astronauta norte-americano Bruce McCandless é o primeiro homem a voar
livremente no espaço. Com uma mochila propulsora nas costas, ele se afasta até
100 m da nave Challenger.
1986:
os soviéticos Leonid Kizim e Vladimir Soloviov fazem a primeira transferência
no espaço entre as duas estações orbitais. Saem da Mir no módulo de
transporte Soyuz T-15, percorrem 3 mil km, fazem acoplagem com a Salyut-7 e,
depois, regressam à Mir.
1991:
a astronauta norte-americana Shannon Lucid bate recorde de permanência de uma
mulher no espaço: 530 horas.
1992:
a nave russa Soyuz TM-14, com dois astronautas russos e um alemão, resgata o
astronauta Serguei Krikalev da estação espacial Mir; sua permanência no espaço,
prevista para cinco meses, prolonga-se por mais cinco devido aos acontecimentos
políticos que resultam no fim da URSS O
ônibus espacial norte-americano Atlantis lança o laboratório espacial europeu
Eureca-1.
1993:
O Columbia lança o laboratório alemão Spacelab D-2.
Após
a conquista da Lua, o objetivo da corrida espacial passa a ser a coleta de
informações a respeito dos planetas vizinhos e o lançamento de satélites
para uso comercial. Entre 1962 e 1970 as sondas Veneras soviéticas e Mariners
norte-americanas fotografam e filmam a superfície de Vênus e Marte. Nas décadas
de 70 e 80 os pesquisadores dedicam-se a enviar sondas para conhecer os demais
planetas do Sistema Solar. A Voyager 2 chega em 1994 a Plutão. As voyagers
levam mensagens e informações sobre a Terra para eventuais contatos com
extra-terrestres.
Satélites,
sondas e vôos não-tripulados
1957:
a URSS lança os dois primeiros satélites artificiais, o Sputnik 1, em outubro,
e o Sputnik 2, em novembro, que leva o primeiro ser vivo ao espaço, a cadela
Laika.
1958:
os EUA lançam seu primeiro satélite, o Explorer 1.
1959:
os soviéticos lançam o projeto Lunik (ou Luna) de sondas de exploração
lunar. Sobrevoam a Lua em fevereiro com a Lunik 1, atingem sua superfície em
setembro com a Lunik 2 e fazem as primeiras fotos da face oculta do satélite em
outubro com a Lunik 3.
1960:
os EUA lançam o primeiro satélite de telecomunicações, o Echo 1, que apenas
reflete as ondas eletromagnéticas, e o primeiro satélite meteorológico, o
Tiros 1.
1961:
os soviéticos lançam a sonda Venera 1, a primeira a sobrevoar Vênus.
1962:
os EUA lançam o primeiro satélite ativo de telecomunicações, o Telstar, e
inauguram o sistema intercontinental de transmissão de imagens de televisão
Lançada a Mariner 2, primeira sonda norte-americana a sobrevoar Vênus e que
envia as primeiras informações sobre a superfície do planeta.
1964:
lançada a Mariner 4, que entra na órbita marciana em 1995 e tira as primeiras
fotos do planeta.
1966:
a sonda soviética Lunik 9 pousa suavemente na superfície lunar (3/2)
A sonda norte-americana Surveyor pousa na Lua (2/6).
1972:
os EUA lançam a Pioneer 10, primeira sonda a aproximar-se de Júpiter.
1975:
os EUA lançam as sondas Viking 1 e 2, as primeiras a pousar suavemente em Marte
e a cartografar os planetas e seus satélites.
1977:
os norte-americanos lançam as sondas Voyager 1 e 2, programadas para atingir em
um único vôo as órbitas de Júpiter, Saturno, Urano e Netuno, e depois
dirigir-se para fora do Sistema Solar.
1985:
lançado nos EUA o primeiro satélite brasileiro de comunicações, o Brasilsat
A1, construído no Canadá.
1990:
o ônibus espacial Discovery lança a sonda Ulisses para estudar as regiões
polares do Sol; a sonda bate o recorde de velocidade: 54. 925 km/h
O Japão lança a nave Muses-A, que coloca em órbita lunar o satélite
Hagorono O ônibus espacial
Discovery coloca em órbita o Hubble, primeiro telescópio orbital (abril) e a
sonda espacial Ulysses (outubro).
1992:
a Nasa lança o Mars Observer, com destino a Marte. No ano seguinte, ela deixa
de emitir sinais à Terra A sonda
espacial Pioneer 10 completa 20 anos no espaço e continua enviando informações
à Terra.
1993:
a Rússia testa a vela solar, criada para refletir a luz do Sol na Terra e que
poderá servir para iluminar as noites de inverno nas áreas próximas ao Pólo
Norte e também para impulsionar os veículos espaciais Lançado nos EUA o primeiro satélite planejado e construído
no Brasil, o SCD-1.
Os
primeiros homens a pisar na Lua - Aldrin, Collins e Armstrong – ficaram
perturbados diante da imensidão azul do globo terrestre. A chegada do homem à
Lua impulsionou o desenvolvimento da NASA e apressou investimentos milionários
na corrida espacial. A patir daquele momento (1969), a NASA fundou centros de
pesquisa aeroespaciais, com o objetivo de desenvolver protótipos e aparelhos
espaciais dotados de alta segurança.
A corrida espacial recebeu duro impacto com a
explosão da Challenger, em meados da década de 80, matando seus sete
tripulantes. De 1980 até os dias de hoje, a NASA abandonou as missões
tripuladas e empregou pessoal e recursos em pesquisa um tanto quanto
diferenciadas. O enorme telescópio Arecibo, no México, foi uma forma
encontrada de estudar a vida em outras galáxias. Apesar de serem reputadas pelo
saudoso austrônomo Carl Sagan como ineficazes, as ondas de rádio conseguiram
captar sinais distantes. O acontecimento determinou o planejamento da missão
Soujourner a Marte. Mars Pathfinder, o pequeno robô que galgou e ainda
permanece no solo marciano foi projetado pela alta cúpula de cientistas da
NASA. A missão Soujourner trouxe várias novidades de Marte, mas nenhum indício
de vida.
A NASA também tem procurado estudar os
cometas. No ano passado, o Hyakutake foi a descoberta mais interessante da agência
espacial. O grande cometa trouxe em sua calda de poeira e gases uma revelação:
os cometas são poderosas fontes de raios-X! Mas a NASA não se restringe
somente ao mundo espacial. Aterra por várias vezes foi fotografada pelos satélites
que deslizam sobre o negro infinito das estrelas. Um dos closes mais
interessantes conferidos pelas gigantescas lentes do Hubble exibe o mar gelado
do Estreito de Bering, no Alasca.
Quando
uma pessoa vai para o espaço ela sofre várias modificações em seu organismo
por causa da gravidade. Até o organismo se acostumar sem a gravidade leva um
certo tempo, e quando a pessoa volta a crosta terrestre ela tem de fazer exercícios
de reabilitação, como por exemplo para voltar a andar, o que leva três
semanas de reabilitação.
Pode
-se também ir para o espaço para se fazer pesquisas e Ter um avanço na
medicina como a Shannom Lucid que foi para o espaço fazer experimentos científicos
com tecidos vivos. Há muitos mais coisas para saber a respeito da medicina, mas
muitas delas ainda estão em estudos e não são divulgadas.
Os técnicos da Nasa estão comemorando, pois conseguiram com êxito concluir uma complexa operação para melhorar a recepção dos sinais enviados pela Píoneer 10, nave lançada a 28 anos e situada a 11 bilhões de quilômetros da Terra. Com estes ajustes espera - se contar com a nave por mais dois anos. A Pioneer 10 é uma das quatro sondas que deve deixar o nosso sistema solar nos próximos anos, por isso manter a comunicação com as naves é essencial para que se possa ultrapassar a fronteira do nosso sistema. As duas Voyager devem continuar operando até 2020, é no ritmo atual deve ser a primeira nave a ingressar no espaço interestelar. A Pioneer 10 foi a primeira a ultrapassar Júpiter, já o modelo 11 teve sua vida útil bem curta, os últimos sinais enviados foram em 1995, mesmo assim teve uma grande importância.
Explorer 1: foi a primeira nave
espacial a ser lançado com sucesso pelos EUA. Lançado com atraso no dia 31 de
janeiro de 1958 (às 10:48 da tarde) em um foguete adaptado Jupiter-C, Explorer
l carregou instrumentos para o estudo de raios cósmicos, micrometeoritos e para
monitoramento da temperatura do satélite.
Sputnik 2: segunda nave a ser lançada
para a órbita da Terra e foi a primeira nave biológica. Com 4 metros de
altura, formato cônico (cápsula) com 2 metros de diâmetro da base. Continha vários
compartimentos para transmissão de rádio, uma unidade de telemetria, uma
unidade programadora, uma regeneração e sistema de controle de temperatura
para a cabine e instrumentos científicos. Uma cabine separada e vedada contendo
uma cadela experimental, Laika. Dados de engenharia e biológicos foram
transmitidos usando o Trai - D sistema de telemetria, o qual transmitia dados
para a Terra por 15 minutos a cada orbita. Também carregou equipamento para o
estudo da radiação solar (emissões de raio-x e ultravioleta) e raios cósmicos.
Uma televisão foi montado a bordo para observar a Laíka.