Som óptico

As vibrações sonoras a serem gravadas são transcritas através das variações da opacidade de uma pista sonora de cerca de 2,5 mm de largura, localizada entre a imagem e as perfurações. Durante a projeção, a pista sonora é iluminada por uma fenda extremamente estreita; do outro lado do filme, uma célula fotoelétrica traduz em variações de corrente as modificações da iluminação que recebe através da pista; vêm em seguida o amplificador e o alto-falante. O processo Dolby, adaptado ao som óptico em torno de 1975, permitiu a redução dos chiados de fundo, o aumento da banda passante (ou seja, diminuiu a perda dos agudos), e com o Dolby Stereo, possibilitou os efeitos estereofônicos.