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Projeto Ciência e Pseudociências |
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Medicina Alternativa 2 |
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Medicina
Alternativa
A
Medicina Alternativa é uma pseudociência que se utiliza de métodos
terapêuticos para a cura de doenças tanto físicas como espirituais, sem
a utilização de nenhuma medicação alopática. Mas para a ciência a
medicina alternativa não funciona como forma de cura de doenças, por que
não tem resultados cientificamente comprovados. Para que algo realmente
seja considerado científico, seus resultados têm que ser realmente
comprovados. Para que haja a formação desses resultados, é preciso que
exista um critério para esses estudos, e que ele seja muito rigoroso, que
todas as pessoas sejam levadas em conta, e que sejam apresentadas a um
grupo que faça um controle.Tudo isso visa um resultado comprovado,
controlado e objetivo. Mas na medicina alternativa esses resultados são
somente pelo testemunho de pessoas tratadas e não por um estudo
aprofundado.
A busca do homem por uma
qualidade de vida melhor, esta se refletindo, principalmente, nos cuidados
com seu corpo. Hoje em dia não se procura somente a cura de doenças do
organismo, mas também do equilíbrio energético e espiritual que pode
levar a uma cura mais completa. É por isso que cada vez mais cresce a
procura pelas medicinas alternativas. Geralmente quem procura as medicinas
alternativas é por que não obteve os resultados esperados com a medicina
e com os médicos alopáticos. Dentro de todas as formas alternativas de
tratamento podemos citar várias, como: A homeopatia, a cromoterapia,
florais de Bach, aromoterapia, musicoterapia, acupuntura, entre outros, e
cada um desses métodos trata seu paciente de uma forma diferente.
A Homeopatia, que foi criada por
Samuel Hahnemann no final do século XVIII, trata seus pacientes com doses
de substancias, que no corpo produzem efeito similar ao da doença. Os
homeopatas acreditam em forças vitais, que quando abaladas causam uma
doença corporal ou espiritual, então essa energia precisa ser
equilibrada para que haja cura. Os medicamentos homeopáticos são
preparados a partir de substancias naturais provenientes dos reinos
Animal, Vegetal e Mineral. No seu preparo são usadas tanto substancias
que possuem ação tóxica, como as consideradas não tóxicas, ou
inertes. Através de um processo de diluições e dinamizações
sucessivas, a força curativa das substancias fica armazenada nas moléculas
de água ou álcool da solução utilizada para o preparo dos
medicamentos. Por esse motivo é usado o termo potencia para designar as
diluições. O remédio homeopático deve ser mantido longe de calor,
umidade, energia eletro magnética de qualquer natureza, por que esses
fatores e muitos outros podem inativar o medicamento.
A ciência diz que o beneficio
da homeopatia é que os remédios não fazem mal algum, mas são inertes e
requerem aceitação do paleio metafísico, que é incapaz de analise
cientifica. Resumindo para a ciência, a homeopatia não funciona, e são
os únicos produtos charlatanescos vendidos legalmente como drogas.
A acupuntura tradicional
consiste em introduzir agulhas de aço inoxidável em várias áreas do
corpo. Ela surgiu há 5 mil anos, e é conhecida por fazer parte da
tradicional medicina chinesa. O tratamento de acupuntura pode variar de
algumas sessões, até vários meses. Muitos conhecem essa técnica como método
de relaxamento, contra stress, ansiedade e outras coisas. A Organização
Mundial da Saúde(OMS), reconheceu que há muitas doenças tratáveis com
a acupuntura, mas é obvio que não são todas as doenças. Mas muitos
dizem que as evidencias que sustentam a acupuntura são resultados da
observação de praticantes e de estudos muito mal conduzidos, que a eficácia
da acupuntura permanece incerta. A ciência não explica de que maneira as
agulhas aliviam a dor, mas existem várias teorias. Uma delas é que os
impulsos dolorosos são impedidos de chegar a medula espinhal, outra é
que a acupuntura induz o corpo a produzir substancias anestésicas
chamadas endorfinas, que reduzem a dor. Outras teorias surgem sobre
o efeito placebo, que é uma reação psicológica do paciente, que também
poderia causar o alivio da dor. Melzack e Wall, dois estudiosos dos
efeitos da acupuntura, declaram que o alivio da dor é causado por vários
meios de hiperestimulação sensorial, como a eletricidade e o calor, em
qualquer área do corpo. A ciência diz que a acupuntura não é um
procedimento mágico, mas somente é uma das muitas maneiras de produzir
analgesia por um intenso estimulo sensorial, e que a sua teoria e pratica
são baseadas em conceitos fantasiosos e primitivos de saúde e doença.
A cromoterapia utiliza-se das
cores para estabelecer o equilíbrio e harmonia do corpo, mente e das emoções.
Ela vem sendo utilizada pelo homem desde as antigas civilizações, como
no Egito Antigo, nos templos de cor e de luz de Heliópolis. Como também
na Índia, Grécia, e China onde suas aplicações terapêuticas foram
comprovadas através de experimentação constante e de verificação de
resultados. A cromoterapia como todas as outras medicinas alternativas,
acredita em energia e vibrações, ela se baseia nas 7 cores do espectro
solar (as cores do arco-íris), onde cada cor tem uma vibração
especifica, atuando desde o nível físico até os mais sutis. Para cada
pessoa é necessário que se faça uma sensibilização diferente. A
cromoterapia consiste em muitas técnicas, e a mais utilizada é a da luz
de lâmpadas coloridas. Onde uma lâmpada de 25 watts, já na cor
desejada, é posta em um bastão com bocal, e direcionada para os chamados
chacras (que vem da medicina chinesa), por um tempo de
aproximadamente 30 segundos, por varias vezes. Cada um desses chacras
possui uma cor e uma vibração especifica: VIOLETA:
Controla o chacra da coroa VERMELHO:
Controla o chacra raiz (localizado no cocix) ALARANJADO:
Controla o chacra da região do baço AMARELO:
Controla o 3*chacra, o plexo solar VERDE:
Controla o chacra cardíaco AZUL:
Controla o chacra da região da laringe e o centro da garganta BRANCO: Região
da mente
Como na acupuntura, a ciência
diz que a cromoterapia causa o alivio da dor por meio d uma
hiperestimulacao sensorial, causado pelo calor liberado pela lâmpada, e não
pelas cores.
Os Florais de Bach, criados pelo
medico patologista inglês Eduard Bach, utiliza a terapia das flores como
fonte de cura. A terapia floral é considerada parte da medicina
vibracional, que apóia processos de desenvolvimento individual ou grupal,
visando o equilíbrio, a harmonia e a saúde. Ela surgiu através da
utilização de elementos da natureza na manutenção da saúde, há milênios,
nos povos do oriente. As essências florais não são consideradas remédios
alopáticos, e tratam de estados emocionais como medo, irritação,
indecisão, e agem como complemento no tratamento de doenças somatizadas.
Para a ciência a terapia floral vem de inúmeras hipóteses sem
fundamentos e casos pessoais que testemunham a favor da eficácia dos
medicamentos, e os cientistas não têm provas nem resultados para
comprova-la.
A musicoterapia consiste em
utilizar o som para o tratamento terapêutico. Ela é utilizada para o
alivio do estado emocional, físico, comportamental, comunicativo e
habilidade cognitiva de respostas dadas pela música. O paciente não
precisa ter nenhuma habilidade musical para se beneficiar do tratamento e
não existe um estilo particular de musica que é mais terapêutico que os
outros. O som é um fenômeno físico que acompanha o ser humano desde a
vida intra-uterina, desde o momento da fecundação, ocorrem fenômenos
sonoros decorrentes das vibrações e dos movimentos da célula-ovo até
seu percurso ao útero. O feto, durante seu desenvolvimento, encontra-se
em estado permanente com esses fenômenos sonoros intra-uterinos, os quais
são registrados, primeiramente por meio do tato, e posteriormente, por
meio do ouvido, integrando um conjunto de dados de memória que
influenciará as características vinculares desse ser. Portanto, o som e
a musica são elementos constantes na vida do homem e, desde a
antiguidade, os povos atribuiam-lhe um valor considerável.
Para os cientistas as pseudociências
não utilizam métodos experimentais rigorosos em suas investigações,
por isso a musicoterapia é mais uma das varias partes das pseudociências
sem resultados comprovados. Mas em resultados cínicos provados, a musica
trouxe resultados extraordinários para pacientes com um estado clínico
bastante complicado, e ela atua como grande auxiliar na preparação de
pacientes para outros tipos de terapias. A ciência diz que a
musicoterapia só causa sensação de relaxamento, fazendo com que a dor
seja deixada de lado momentaneamente, mas logo após as sessões as dores
tendem a voltar, não trazendo a cura.
A aromoterapia utiliza óleos
essenciais que são encontrados em diferentes partes de plantas odoríferas.
Os aromas atuam diretamente na região do cérebro (o sistema límbico)
responsável pelas emoções, instintos, memória e pelo controle das
atividades motoras. Portanto, pode-se dizer que um sistema respiratório
em perfeito funcionamento é sinônimo de equilíbrio psicossomático
(mente-emoção-corpo), sendo que a ação olfativa é mais atuante na
esfera do subconsciente, auxiliando, por isso, na reestruturação psicológica
dos indivíduos. A aromoterapia tem base nas civilizações antigas, mas
foi na civilização egípcia que ela atingiu seu esplendor. Hoje a
aromoterapia é muito desenvolvida na França, é ensinada e praticada por
médicos, enfermeiros, terapeutas e massagistas. As substancias químicas
das quais são feitas as essências, atuam como remédio no organismo. De
modo geral, os óleos aromáticos têm que ser diluídos em óleos
vegetais ou em mel, antes de serem aplicados sobra à pele ou ingeridos.
Para a ciência, a aromoterapia
tem a maioria dos atributos para prosperar muito no mercado do
charlatanismo, por apenas causar uma sensação de bem estar e não trazer
a cura para as doenças.
Para os terapeutas do tratamento
alternativo, as formas de cura demonstradas por seus métodos são boas, e
trazem muitos resultados positivos e benefícios para seus pacientes, onde
esses pacientes acabam ficando totalmente harmonizados, tanto físico como
espiritualmente.
Mas para a ciência, tudo isso,
todas as formas de cura apresentadas pelas medicinas alternativas, são
apenas reações involuntárias dos pacientes, ou o também chamado efeito
placebo, e que seus métodos não são comprovados e não apresentam
efeitos de cura, de nenhuma maneira cientificamente aceitável.
Mas e aquelas medicinas
alternativas que são aceitas pela medicina? Quais foram os critérios
para aceita-las? Só nos resta dizer que tudo isso fica a critério do observador!
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